domingo, 1 de julho de 2012

Oração a São José


São José, carpinteiro de Nazaré, amigo dos pobres e fiel esposo de Maria, intercedei por todos os que se empenham no trabalho espiritual, intelectual e manual. Intercedei a Jesus por todas as necessidades do mundo do trabalho e pelos nossos governantes.
Abençoai-nos, também, a graça de que tanto necessitamos (fazer o pedido). Que nós tenhamos a graça de imitar as vossas virtudes para chegarmos, um dia, à vivência da plenitude em Deus. Amém!
São José, rogai por nós.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Oração das Três Chaves de São Pedro


São Pedro, Príncipe dos Apóstolos, Vosso nome era Simão, que Jesus Cristo mudou para Pedro, a fim de serdes a pedra sobre a qual o Senhor iria construir o templo da Fé.
Mudando os Vosso nome, o Senhor vos entregou as três chaves dos segredos e dos poderes, no céu e na Terra, dizendo-vos:
O que desligares da Terra, será desligado nos céus.
São Pedro, Príncipe dos Apóstolos, a primeira chave é de ferro, abre a fecha as portas da existência terrena. A segunda chave é de prata, abre e fecha as portas da sabedoria. A terceira chave é de ouro, abre e fecha as portas da vida eterna.
Com a primeira, abris a entrada para a felicidade na Terra; com a segunda, abris a entrada para o pórtico da ciência espiritual; com a terceira, abris o Paraíso.
Fechai, glorioso Apóstolo mártir, para mim, os caminhos do mal e abri os do bem. Desligai-me na Terra para que eu esteja desligado nos Céus.
Com a Vossa chave de ferro, abri as portas que se fecharem diante de mim.
Com a Vossa chave de prata, iluminai meu espírito, para que eu veja o bem e me afaste do mal.
Com a Vossa chave de ouro, descerei as entradas da corte celestial, quando ao Senhor for servido chamar-me.
O que desligares na Terra será desligado nos Céus, o que ligares na Terra será ligado nos Céus.
Glorioso São Pedro, vós que sabeis de todos os segredos dos Céus e da Terra, ouvi meu apelo e atendei a prece que vos dirijo.
Assim seja!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Prece a Bezerra de Menezes


Nós te rogamos. Pai de infinita bondade e justiça, as graças de Jesus Cristo, através de Bezerra de Menezes e suas legiões de companheiros. Que eles nos assistam, Senhor, consolando os aflitos, curando os que se tornem merecedores, confortando aqueles que tiveram suas provas e expiações a passar, esclarecendo aos que desejarem conhecer e assistindo a todos quantos apelem para teu infinito amor, Jesus. Divino portador da graça e da verdade, estende tuas mãos dadivosas em socorro daqueles que te reconhecem como despenseiro fiel e prudente, faze-o, Divino modelo, através de tuas legiões consoladoras, de teus santos espíritos, a fim de que a fé se eleve, a esperança aumente, a bondade se expanda e o amor triunfe sobre todas as coisas.
Bezerra de Menezes, apóstolo do Bem e da Paz, amigo dos humildes e dos enfermos, movimenta as tuas falanges amigas em benefício daqueles que sofrem males físicos ou espirituais.
Santos Espíritos, dignos obreiros do Senhor, derramai as graças e as curas sobre a humanidade sofredora, a fim de que as criaturas se tornem amigas da paz e do conhecimento, da harmonia e do perdão, semeando pelo mundo os divinos exemplos de Jesus Cristo.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Oração de São João


São João Batista, voz que clama no deserto: “Endireitai os caminhos do Senhor... fazei penitência, porque no meio de vós, está quem vós não conheceis e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias”, ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: “Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira o pecado do mundo”. 
São João, pregador da penitência, rogai por nós.
São João, precursor do Messias, rogai por nós.
São João, alegria do povo, rogai por nós.

sábado, 23 de junho de 2012

Oração dos Messiânicos


Ó Supremo Deus, Criador e Doador de toda a vida!
Pela Vossa Divina Vontade,
A longa Era da Noite aproxima-se do seu fim.
Estais liberando Vossa Luz
Para a chegada da Gloriosa Nova Era,
A que a humanidade há muito vem aspirando.
Agradecemos por nos guiar ao Vosso Plano.
Agradecemos o privilégio de receber e ministrar a Vossa Luz.
Sejam o nosso espírito e corpo iluminados e purificados
E que possamos viver a Verdade que nos concedeste
Por intermédio de Meishu-Sama.
Fazei-nos puros e poderosos veículos de Vossa Luz,
Abençoando aqueles com quem estivermos.
Possa o Vosso Plano ser concretizado,
E, que a Paz, a Saúde e a Prosperidade
Se tornem realidade.
Grandioso Deus da Luz!
Abençoai-nos e protegei-nos,
Dando a expansão radiante às nossas almas.
Assim seja.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Aprende a Escrever na Areia


Dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas longas estradas que recortam as tristes e sombrias montanhas da antiga Pérsia. Eram nobres e ricos e faziam-se acompanhar de servos, ajudantes e caravaneiros.
Chegaram, certa manhã, às margens de um grande rio barrento e impetuoso. Era preciso transpor a corrente ameaçadora. Ao saltar, porém, de uma pedra, Mussa foi infeliz e caiu no torvelinho espumejante das águas em revolta. Teria ali perecido, arrastado para o abismo, se não fosse Nagib. Este, sem a menor hesitação, atirou-se à correnteza e livrou da morte o seu companheiro de jornada. Que fez Mussa? Ordenou que o mais hábil de seus servos gravasse na face lisa de uma grande pedra que ali se erguia, esta legenda admirável:
Viandante: neste lugar, com risco da própria vida, Nagib salvou, heroicamente, seu amigo Mussa.
Feito isso, prosseguiram, com suas caravanas, pelos intérminos de Allah. Cinco meses depois, em viagem de regresso, encontraram-se os dois amigos naquele mesmo lugar perigoso e trágico. E, como se sentissem fatigados, resolveram repousar à sombra acolhedora do lajedo que ostentava a honrosa inscrição.
Sentados, pois, na areia clara, puseram-se a conversar. Eis que, por motivo fútil, surge, de repente, grave desavença entre os dois. Discordaram. Discutiram. Nagib, exaltado, num ímpeto de cólera, esbofeteou, brutalmente, o amigo. Que fez Mussa? Que farias tu, em seu lugar? Mussa não revidou a ofensa. Ergueu-se e, tomando tranquilo o seu bastão, escreveu na areia clara, ao pé do negro rochedo:
Viandante: neste lugar, por motivo fútil, Nagib injuriou, gravemente, seu amigo Mussa.
Surpreendido com o estranho proceder, um dos ajudantes de Mussa observou respeitoso:
- Senhor! Da primeira vez para exaltar a abnegação de Nagib, mandastes gravar, para sempre, na pedra, o feito heróico. E agora, que ele acaba de ofender-vos tão gravemente, vós vos limitais a escrever, na areia incerta, o ato de covardia! A primeira legenda, ò xeique, ficará para sempre. Todos os que transitarem por este sítio dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete de areia, antes do cair da tarde, terá desaparecido como um traço de espuma. Respondeu Mussa:
- A razão é simples. O benefício que recebi de Nagib permanecerá para sempre, em meu coração. Mas a injúria, essa negra injúria, escrevo-a na areia, como um voto, para que, se depressa daqui se apagar e desaparecer, mais depressa ainda, desapareça e se apague de minha lembrança!
Eis a sublime verdade, meu amigo! Aprende a gravar, na pedra, os favores que receberes, os benefícios que te fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que ouvires.
Aprende, porém, a escrever na areia, as injúrias, as ingratidões, as perfídias e as ironias que te ferirem pela estrada agreste da vida. Aprende a gravar, assim, na pedra; aprende a escrever, assim, na areia... e serás feliz.

                                                                                   (Lenda árabe, conto de Malba Tahan)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Prece Diferente



Senhor!
Eu desejo Te fazer uma rogativa diferente. Todos pedem pelos injustiçados, por aqueles que têm sede e fome de justiça. Eu Te peço pelos que cometem injustiças.
Todos rogam pelas vítimas das drogas. Eu Te rogo, Senhor, por aqueles que distribuem as drogas e com isso enriquecem.
São criaturas infelizes que ajuntam fortunas à custa de vidas alheias, de lares destroçados. Logo mais, eles terão que responder perante a Lei Divina por toda a infelicidade que estão cultivando.
Muitos pedem pelos órfãos e pelas viúvas. Eu Te rogo, Senhor, por aqueles que deixaram as crianças sem pai e as mulheres sem marido, porque todos os que espalham o mal, brevemente enfrentarão o julgamento da própria consciência.
Todos suplicam pelas mães que tiveram as vidas dos seus filhos ceifadas em plena juventude, pelo braço da violência assassina. Pelas mães que choram a ausência dos filhos que eram toda a sua alegria.
Mas eu, Senhor, Te peço pelos corações das mães que têm seus filhos encerrados nas prisões. Por aquelas que os receberam nos braços, os amamentaram e teceram mil sonhos de ventura e os viram todos destroçados.
Te peço, Senhor, pelas mães que sofrem por ouvirem muitos chamarem seus filhos de bandidos, de criminosos, de homens sem alma.
Muitos suplicam pelos que padecem fome. Eu Te suplico por aqueles que a provocam. Por aqueles que, tendo abarrotados os celeiros, mantêm as portas fechadas, esperando que o preço suba, que o mercado fique melhor para poderem ganhar maiores somas em dinheiro.
Todos pedem em favor dos que não têm acesso aos medicamentos, aos hospitais, a exames e a um tratamento digno.
Eu Te rogo por todos aqueles que fazem das suas possibilidades de servir ao semelhante uma oportunidade de conseguir ainda mais moedas para acrescentar nas suas contas bancárias.
Muitos estendem súplicas aos céus pelos idosos abandonados que vivem nos asilos, nas ruas, nas clínicas.
Eu Te suplico por aqueles que os abandonaram porque um dia colherão a exata medida do que estão semeando na atualidade.
Enfim, Senhor, enquanto todos rogam pelos infelizes e desgraçados, eu Te rogo por aqueles que sorriem mas apresentam o coração em chaga viva, por aqueles que parecem ser vencedores no mundo, mas que trazem na intimidade a mensagem da frustração, do desamor e da solidão.
Eu Te peço, Senhor, por todos os que se encontram no momento da semeadura infeliz porque, na época da colheita, sofrerão imensamente por todos os espinhos que terão de colher.

* * *

O primeiro ato que deveria assinalar o dia do cristão é a prece.
Não existe uma fórmula especial para orar. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras com as quais nada tenha o coração.
A qualidade principal da prece é ser clara, simples, sem frases inúteis.
Cada palavra deve ter alcance próprio, despertar uma ideia, pôr em vibração uma fibra da alma.
Orar por si mesmo é necessidade da criatura. Orar pelos que persistem no erro, é exercício de amor ao semelhante